O RESGATE DO ESCRAVO

Levítico 25: 47-50

INTRODUÇÃO

Moisés escreveu na lei que quando um estrangeiro ou peregrino que vivesse no meio de Israel, alcançasse riqueza, e um judeu pobre se vendesse como escravo a esse estrangeiro, ou a alguém da sua linhagem, depois de ser vendido, poderia ser resgatado por um dos seus parentes ou alguém da sua família, e a partir de então seria devedor ao seu resgatador; com ele estaria como jornaleiro até saldar sua dívida, ou até o ano do jubileu, quando então estaria livre.

Deus fez o homem e o colocou no Éden

Ele era rico e tinha tudo à sua disposição. Contava com a comunhão do Senhor e nada lhe faltava na vida. Mas o homem pecou contra Deus, e por isso empobreceu, caindo em seguida nas mãos do adversário, que como usurpador se apossou de tudo que o ele recebera do Senhor. Dessa forma, empobrecido, pois perdeu a Glória de Deus, o homem se vendeu ao pecado (Isa 52: 3). Ver também Isa 45: 12, 13.

Depois de tudo isso, o homem passou a viver sob a tirania desse “estrangeiro” que o despojou de sua dignidade, transformando-o num escravo e lançando-o em caminhos tenebrosos e angustiantes (Luc 10: 30). O homem jamais conseguiu se livrar sozinho desta situação, pois pobre como se tornou, nunca teve recursos para recuperar o que perdeu, nem para se livrar da escravidão que lhe foi imposta (Sl 49: 7, 8). Aparentemente a situação do homem não tinha solução.

Jesus veio cumprir a lei

A Palavra de Deus diz, no entanto, que Jesus veio cumprir a lei. Como o homem não tinha recursos nem condições para se resgatar, o Senhor se fez homem, isto é, se tornou um de nós, um nosso “parente”, para nos resgatar das garras do “estrangeiro” e do pecado, pagando o preço e nos livrando da nossa escravidão. Ele cumpriu a lei que autorizava o pagamento do preço pelo pobre escravo, e o preço pago foi o seu Sangue derramado na cruz do Calvário, onde morreu para nos dar a libertação e a vida eterna. A lei foi cumprida, a justiça de Deus foi satisfeita e o pobre homem foi resgatado dos grilhões do pecado e da morte.

CONCLUSÃO

Agora somos devedores, não a um senhor tirano e cruel, mas a alguém que nos amou de tal maneira que deu sua própria vida para nos salvar. Devemos a Jesus todo o nosso ser; devemos a ele a nossa fidelidade e o nosso serviço realizado na sua Obra. Na verdade nunca poderíamos pagar-Lhe pelo que fez por nós, mas devemos nos esforçar para amá-Lo como Ele nos amou. No ano do Jubileu – no arrebatamento – nosso labor aqui na terra terá acabado, e estaremos livres com Ele na eternidade (I Co 15: 58).


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