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A DECISÃO DE PILATOS – João 19:10-12

A DECISÃO DE PILATOS

João 19:10-12 – Disse-lhe, pois, Pilatos: Não me falas a mim? Não sabes tu que tenho poder para te crucificar e tenho poder para te soltar?
Respondeu Jesus: Nenhum poder terias contra mim, se de cima não te fosse dado; mas aquele que me entregou a ti maior pecado tem.
Desde então Pilatos procurava soltá-lo; mas os judeus clamavam, dizendo: Se soltas este, não és amigo de César; qualquer que se faz rei é contra César.

INTRODUÇÃO

            Pilatos era governador da Judéia, uma província do Império Romano.  Ele era investido de grande autoridade, respondia diretamente à César, imperador de Roma, tendo poder para prender, soltar, julgar e até matar.  Seu poder e sua autoridade eram inquestionáveis em toda a Judéia. 

            Hoje muitos homens são investidos de autoridade e poder, mas o maior poder que o homem possui foi-lhe dado por Deus, o poder de escolher o que fazer de sua vida, o poder do livre arbítrio. 

Jesus fala para Pilatos: Nenhum poder terias contra mim, se de cima não te fosse dado;

O MOMENTO DA DECISÃO

            Investido de toda esta autoridade, a palavra relata um momento na vida de Pilatos em que ele tinha que tomar uma decisão muito importante – uma decisão a respeito do Senhor Jesus.  O detalhe importante é que esta decisão era individual e intransferível.  Não havia um júri, um conselho ou alguém que pudesse decidir por Pilatos.  Toda a responsabilidade cabia a ele.  Também a decisão não poderia ser adiada.  Os judeus cobravam uma resposta e Pilatos teria que dar sua decisão.

            Na vida do homem as coisas ocorrem da mesma maneira.  Jesus é apresentado diante do homem e ele tem que tomar uma decisão individual – prender (e crucificar) ou soltar Jesus.  Ninguém pode tomar esta decisão pelo homem, ela não pode ser transferida. 

            Diante dessa questão, o que fazer com Jesus?

O “AMIGO DE CÉSAR”

            Pilatos conhecia Jesus, já havia ouvido falar dos sinais e maravilhas operados por toda a Judéia.  Sabia que Ele era o filho de Deus, por isso, estava atemorizado (João 19:8).

            O homem hoje sabe que Jesus é o filho de Deus, mas a questão é a mesma de Pilatos – o que fazer com Jesus: prender ou soltar?

            A palavra fala que Pilatos estava já por soltar Jesus, para dar-lhe liberdade.  Mas os judeus clamaram contra ele dizendo: Se soltas a este, não és amigo de César.  Muitos hoje até sabem que Jesus é o filho de Deus, mas têm ouvido o conselho do mundo:

– Vai à igreja hoje? Vai ser crente?  Não és amigo de César, não és amigo daquele que governa este mundo.

A DECISÃO DE PILATOS

            O problema de Pilatos é que, embora em seu coração ele quisesse libertar Jesus, ouviu o conselho deste mundo, condenando Jesus.  O povo preferiu soltar Barrabás, um homicida condenado.  O mundo prefere o pecado ao Senhor Jesus.

Pilatos tinha toda autoridade e liberdade para decidir, mas ele preferiu prender e levar Jesus à cruz.  Muitos hoje têm deixado que Jesus morra em seus corações.

CONCLUSÃO

            O homem também tem esta faculdade de escolher, e Deus respeita sua decisão, assim como Deus respeitou a decisão de Pilatos.  Mas a vontade do Senhor é que o homem faça a boa escolha, resolva soltar Jesus, para que Ele possa ter liberdade para dirigir a sua vida e operar em seu coração

É uma decisão importante e individual.  Aquele que escolhe por libertar Jesus, estará escolhendo morar com Ele na eternidade.


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