A justiça de Deus na vida do rei Ezequias – Isaías 38:1-8

O SISTEMA DE JUSTIÇA DE DEUS NA VIDA DO REI EZEQUIAS

Texto – Isaías 38: 1 a 8

Introdução

Ezequias era rei de Judá e nessa condição, no tempo em que o profeta veio a ele, vivia grandes problemas internos e externos na nação. Pelo lado externo o rei inimigo ameaçava com todo o seu poderio invadir a nação. Pelo lado interno os temores e ausência de recursos traziam apreensão aos que o serviam no reino. Mas o que o rei não sabia é que ele tinha um problema ainda maior: ele ia morrer.

Desenvolvimento

Muitas vezes o homem, rei de sua própria vida, envolvido com tantos problemas dessa vida: externos(família, trabalho, ocupações) e internos (angústia, temores, ansiedades) deixa de cuidar da principal questão: a que envolve a vida eterna (salvação) – se não cuida, a morte chega.

Assim, O Grande Deus, Justo Juiz, envia até ele o profeta para declarar-lhe uma sentença: morrerás e não vivierás! Mas antes deste dispositivo dá um conselho – põe em ordem a sua casa! A desordem em que ele vivia – cuidava primeiro das coisas terrenas – o levou a enfermar-se e ficar sob a sombra da morte.

Diante de um comando sentencial lavrado e publicado, quem o recebe tem dois caminhos: aceitar e cumprir a sentença ou não aceitar e recorrer para que a sentença seja alterada. Ezequias escolhe o segundo caminho. Mas como recorrer de uma sentença que veio do Soberano Deus e Justo Juiz? Não há como um cidadão comum recorrer de nenhuma sentença, é necessário um advogado que faça a intermediação (sem advogado o juiz nem olha para recurso). Ainda bem que em I João 2:1 a Palavra de Deus afirma que temos um advogado perante o Pai: o nome dele é Jesus!

Eis o nome do Recurso:

A Oração!

O sacerdócio universal do crente é este exercício

Mas não qualquer oração. Meras repetições não têm efeito. Não é qualquer recurso que muda uma sentença. Mas o que tem fundamento e argumentos fortes. Mas que argumentos usar diante de Deus se Sua Palavra afirma que nossa justiça é como os trapos da imundícia (Is. 64:6)?

Não podemos jamais nos justificar a nós mesmos perante o Juiz Supremo. Mas a oração pelo Sangue de Jesus feita com a verdadeira fé e contrição sincera fazem o recurso chegar no “gabinete” de Deus. Se por uma lado não podemos nos justificar, o Sangue de Jesus nos faz aceitos perante Deus.

Dessa forma, ao chorar muitíssimo, o que demonstrava seu arrependimento e súplica sinceros, há um mover no trono do Grande Deus. Ele conheceu do recurso.

Após conhecer do recurso ele envia novamente o profeta para declarar: O RECURSO FOI PROVIDO. Deus conheceu do recurso e deu-lhe provimento. Assim como um escrivão que torna pública uma sentença, O Espírito Santo nos anuncia e revela o amor de Deus. Assim, percebemos o envolvimento de toda a trindade na Justiça de Deus.

A sentença de morte

Uma sentença de morte foi reformada: agora a determinação é de Vida! Assim, amados, não aceitem a morte, a enfermidade do pecado que quer nos destruir, mas vá a Jesus, ele é o único mediador entre nós e Deus (I Tm. 2:5). Especialista em nos representar.

Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé de Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada Gálatas 2:16

Bruno Pedrosa
ICM Central
Muriaé-MG


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