Oração de mentira de Caim – Gênesis 4:8-9

Oração de Caim

‘Não sei; sou eu guardador do meu irmão?’

Caim finge que não sabe do seu irmão, nos dando assim um exemplo negativo de oração sem sinceridade.

“A sinceridade faz parte da oração, pois sem ela Deus não a consideraria como tal. “E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração” (Jeremias 29:13). A falta de sinceridade fez que Jeová recusasse as orações daqueles descritos em Oséias 7:14, onde é dito: “E não clamaram a mim com seu coração” (isto é, com sinceridade), “mas davam uivos nas suas camas”. Mas oram para simular, para exibirem-se hipocritamente, para serem vistos dos homens e aplaudidos por eles. (…)

Por que a sinceridade deve ser um dos elementos essenciais na oração que Deus aceita? Porque a sinceridade induz a alma a abrir o coração diante de Deus com toda simplicidade, a apresentar-lhe o caso de forma franca, sem equívocos; a condenar-se claramente, sem dissimulação; a clamar a Deus desde o mais profundo do coração, sem palavras ocas e artificiais.

“Bem ouvi eu que Efraim se queixava, dizendo: Castigaste-me e fui castigado, como novilho ainda não domado” (Jeremias 31:18).

A sinceridade é a mesma num canto sozinha, assim como quando está diante do mundo. Não sabe levar duas máscaras, uma para comparecer diante dos homens, e outra para os breves momentos que passa sozinho. Ela se oferece ao olho perscrutador de Deus, e anseia estar com Ele no dever da oração. Não tem apreço pelo esforço de lábios, pois sabe que o que Deus vê é o coração, de onde brota a oração, para ver se a mesma vem acompanhada com sinceridade”.

Quão inútil e tolo é alguém não ser completamente sincero diante de Deus em oração! Pois: “não há criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar”. (Hb 4:13)

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