ERVAS  AMARGOSAS – Êxodo 12: 8

ERVAS AMARGOSAS – Êxodo 12: 8

ervasERVAS  AMARGOSAS

Texto:Êxodo 12: 8

Tema:  A Igreja provada e aprovada

8 E naquela noite comerão a carne assada ao fogo, com pães asmos; com ervas amargosas a comerão.

1) INTRODUÇÃO

O capítulo 12 de Êxodo relata as orientações dadas por Deus para a saída do povo de Israel da terra do Egito rumo a Canaã.

            Israel estava ali escravizado.  O pior serviço era reservado a eles.

      Tinham uma promessa de voltar a sua pátria.  Humanamente isto era impossível e eles não sabiam como aquela promessa se cumpriria.

            Viviam na luta diária de trabalho debaixo do chicote de faraó.

 

2) A PROMESSA

            Deus chama Moisés, fala com ele: “Tenho visto atentamente a aflição do meu povo, que está no Egito…” (Êxodo 3:7) “Portanto, desci para livrá-lo da mão dos egípcios” (Ex 3:8)

            A partir daí, o povo vivia o momento de sair do Egito.

            Preparava-se segundo orientações do Senhor.  Era preciso estar atentos para cumprirem fielmente as ordenanças recebidas para a noite da saída.

            Cada família deveria imolar um cordeiro, que fosse perfeito, com um ano de vida, o seu sangue passado nas umbreiras e vergas das portas, ser comido assado no fogo.  A ordem era comer todas as partes, sem escolha, com pães asmos e ervas amargosas.

            Vestidos segundo a orientação do Senhor comeriam apressadamente.

            Havia ao lado de tantas ordenanças e detalhes para a saída, uma grande bênção: os que fossem fiéis às determinações de Deus, estariam livres do jugo de Faraó, da morte, partiriam para a vida.

3) MOMENTO SEMELHANTE AO QUE VIVEMOS HOJE.

            Semelhante ao momento vivido pelo povo de Israel, é o que vivemos hoje.

            Estamos caminhando para a eternidade.  Nos preparamos para a hora da saída.  Há orientações determinadas pelo Senhor.  É um momento difícil.

            O mundo em trevas.  Ciladas e dificuldades nos rodeando, porém, presente conosco, o Cordeiro.

            Seu sangue precioso foi vertido por nós, e tem sido passado sobre nós, sempre que clamamos por ele.  Tem sido passado em nossos lares.  Temos podido viver momentos maravilhosos nesta obra, vivendo como parte do corpo.

            Temos nos reunido em família, nos alimentado, nos regozijado, na comunhão com os irmãos.  Participado das bênçãos de salvação, cura, libertação.  E também comidas as ervas amargosas.

            Como Israel em sua saída tinha uma promessa de vida, nós também temos uma promessa de vida.  Vamos sair para a vida.

4) CONCLUSÃO

            Nós temos a luz do Senhor.

            Estamos conscientes, como Israel, de onde estamos saindo e para onde estamos indo.

            Há, porém, um tempero para este momento: ervas amargosas.  Sem elas nos sentiríamos no céu.  São os empecilhos, as lutas, a enfermidade, coisas que muitas vezes fogem do nosso alcance.  Mas a luz está sobre nós.  Brilhando sobre nós.  Temos o batismo com o Espírito Santo, os dons, o Senhor falando conosco.

            Comereis tudo com ervas amargosas: o cordeiro, os pães asmos; com ervas amargosas.

            O momento em que vivemos é em tudo semelhante ao momento vivido por Israel na saída do Egito.

            Temos um rumo, um destino, um caminho para seguir, luz, a revelação.

            Jesus, o Cordeiro, presente conosco.  Porém, o tempero faz parte deste momento.

            São as ervas amargosas, as aflições e lutas que enfrentamos.

            O Senhor quer nos falar, alertar que neste momento, quando nos preparamos para a saída deste mundo, rumo à Canaã celestial, ao lado das grandes maravilhas das quais participamos, cada dia, temos que comer também as ervas amargosas.

            Portanto, ao comê-las jamais nos esqueçamos que há sobre nós uma promessa de vida que é a vida eterna.

            Assim como Israel saiu do Egito obedecendo às orientações do Senhor, rumo a Canaã, a igreja caminha para a Canaã celestial.  O Espírito Santo subirá com a Igreja.

            Enquanto aguardamos este momento glorioso, desfrutamos do Cordeiro presente, comemos ervas amargosas, sabendo que, temos sobre nós, uma promessa de vida.

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