As minhas orelhas furaste – Salmos 40:6

As minhas orelhas furaste

Contribuição: Salmo 40:6

“Sacrifícios e ofertas não quisestes, as minhas orelhas furaste, holocausto e expiação pelo pecado não reclamaste.”

Furou-me as orelhas

Como já vimos há alguns dias, os escravos naquele período tinham um momento em que seria libertado; não teria mais um dono, viveria por conta própria.
Seria um cidadão livre, sem o peso da escravidão e as leis que caíam sobre ele.
Quando ele amava o seu senhor e recebia a libertação, fazia um pacto de permanecer servindo e furava a orelha, usando a sovela na porta (Deuteronômio 15:17). Com isso dizia que não queria ser livre, mas sim escravo espontaneamente do seu senhor.

Fomos escravos do mundo, mas O Senhor nos chamou, não como escravos, mas como servos livres para servi-lo.

Hoje fazemos um convite

Nesse momento em que o mundo está passando por tantas lutas, fomos chamados para trabalhar na obra do Senhor. Fomos convocados para isso.

A obra está fazendo cinquenta anos em nosso meio. Uma história se consolidou na obediência, no desejo de servir. Não sabíamos o que aconteceria, mas tínhamos o desejo de fazer a vontade do Senhor. Entendíamos que não poderíamos ter uma doutrina que viesse do Espírito Santo sem ter homens espirituais para recebê-la.

Deus nos mostrava um caminho diferente do caminho da tradição.

Deus disse: Não colocarei nas mãos de homens despreparados os valores da Obra do Espírito Santo. Eu quero um povo preparado para esse momento.

O povo chamado não era o melhor da sociedade, não era dos mais inteligentes, nem mais cultos.

O princípio foi difícil. Um número reduzido de vidas. Problemas muito sérios.
Mas sabíamos que Deus queria algo diferente e nossa caminhada deveria ser espiritual, sem vaidade.

Não havia uma estrutura doutrinária completa, mas nos foi trazida através das lutas que vivemos.

A tradição se focava em teologia e inseria psiquiatria, psicologia e outros recursos para tratar o homem. Mas o problema não estava na carne – o problema estava na alma do homem e este não se resolve nos limites humanos (que chamamos na medida do homem – quarta medida).

Não fomos chamados para fazer o que o mundo está fazendo:
Deus disse: “não sereis como as demais nações. Com mãos fortes eu hei de reinar sobre vós”.

Lutero trouxe as quatro principais teses na Reforma. A igreja, quando sai desses princípios, deixa todo o projeto que Deus tinha para seu povo. Até os luteranos deixaram os princípios básicos da Reforma.

As grandes lutas foram travadas.
Muitos se levantaram em nosso meio querendo que fôssemos para o lado do misticismo, dos movimentos, da cura da carne, sem a regeneração do espírito…

A obra do Espírito Santo nos foi apresentada nesses cinquenta anos.
Hoje entendemos muito mais que no começo.
Sabemos que para permanecer nela, temos que ser servos. Temos que ter um dono. Perdemos nossa liberdade.
Não somos como o mundo, nem mesmo como a religião.

Ao furar a orelha, o sangue marcou nossas vidas.
Nosso Senhor não está exigindo nada de nós.
Servimos a Ele por amor e em suas mãos está o destino de nossa família e dos que foram gerados na casa do Senhor.

A igreja fiel é formada de servos que escolheram ficar.
E ficaram primeiramente porque amam ao Senhor.
Depois porque amam sua casa (projeto do Pai).
E amam a família que Ele os deu (toda a operação do Espírito Santo em suas vidas).

“Porque trago no meu corpo as marcas do Senhor Jesus.” (Gálatas 6:17)



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