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Neemias 6:3 e 12 – Sabedoria e discernimento do Espírito

SABEDORIA E DISCERNIMENTO DE ESPÍRITO
Neemias 6:3 e 12

Nesse momento da reconstrução dos muros e portas de Jerusalém, as oposições a Neemias, contra a Obra e o governo do Espírito Santo, se levantam de forma veemente.

Foi necessário lançar mão das riquezas que o Espírito Santo nos coloca a disposição, que são os dons espirituais, dando destaque aos Dons que são o princípio de tudo nesta Obra: SABEDORIA e DISCERNIMENTO DE ESPÍRITO.

Vemos que no VT esses Dons se manifestaram de forma profética em vários momentos, como na vida de Daniel, Moisés, José, não em profusão ou abundância como se manifesta na Igreja que vive a promessa da dispensação da Graça.

Desde os primórdios da Igreja vemos a importância desses dois Dons, na edificação e estabelecimento da Obra do Espírito Santo.

Em Neemias, a Sabedoria está relacionada a uma ação do Espírito Santo para não deixar o servo confundido.

Discernimento de Espírito já dá uma ideia diferente de Sabedoria, pois se faz necessário lançar mão desse Dom, quando o servo está diante de situações diferentes, opostas e você precisa escolher entre uma coisa ou outra e precisa de discernimento para discernir o que provém ou não do Senhor, se vai agradar ou não a Deus, pois são coisas opostas.

A Sabedoria usamos, quando estamos diante de coisas semelhantes e só a Sabedoria irá nos mostrara o que é e o que não é do Espírito Santo.

Aqui um número grande de pessoas se reuniram com Sambalate, Tobias e Gesen, e incitam a Neemias a participar desta reunião, mostrando como uma coisa boa, positiva, mas foi necessário a Neemias responder com Sabedoria e Discernir que aquilo não provinha do Senhor.

Eles se congregaram no Vale, nas Aldeias de Uno, que significa “forte”, no sentido da força humana, que se opõe ao “poder do Espírito” e Neemias, através do Espírito Santo, compreendeu que onde ele estava e o que estava realizando era bem maior, bem mais importante e ele se encontrava num nível muito mais alto de onde se encontravam, de forma que “Não poderia descer”.

Ele discerniu e entendeu pelo Espírito de Deus que havia uma má intenção ali com eles que era de fazer cessar a Obra: “não poderei descer”.
E se ele descesse, a Obra cessaria e a Sabedoria do Espírito o levou a fazer uma boa escolha.

Esta consciência de servos de Deus que tem a consciência de onde estão, a Obra em que estão e o que estão realizando que é uma GRANDE OBRA, são posturas sábias e nos trás uma grande lição.
A SABEDORIA E O DISCERNIMENTO devem estar presentes na vida dos servos de Deus. O inimigo quer atingir a Obra e busca atingir os líderes, os de linha de frente desta Obra.

Esses Dons devem caminhar junto com os servos de Deus e assim pautar suas decisões e escolhas, diante dos desafios e investidas do inimigo. Neemias teve uma resposta sábia, própria, pronta para aquele momento. O servo guiado e conduzido pelo Espírito Santo, não abre mão da Sabedoria e Discernimento de Espírito para entender aquela oposição.

A Sabedoria é fundamental no nosso comportamento, pois estamos engajados não numa pequena, mas numa GRANDE OBRA. Há certos ambientes, sem apontar dedo, julgar, devemos evitar, em detrimento ao que estamos realizando dentro dos parâmetros do Espírito Santo, que está num nível mais elevado do que os parâmetros humanos.

O inimigo não descansa e quer atingir a Obra, a realização do Projeto, a reconstrução de Jerusalém. Ele não queria atingir Neemias, ele queria interromper o Projeto por 4 vezes manda seus enviados com propostas para desestabilizar a liderança e na 5ª vez eles já enviam cartas. Coloca o povo contra Neemias. Com acusações.

A Sabedoria e o Discernimento o Espírito Santo nos dá, míseros servos Dele, para preservar a Obra Dele e o adversário não fica sem resposta, não no nível deles, mas usando as armas espirituais que Ele tem nos dado.
A resposta não é no nível deles, mas é na oração, jejum: “…e orei ao Deus dos Céus…” , que está acima de tudo e de todos.
O servo comprometido, envolvido com a Obra, não se envolve em coisas distintas. O Espírito Santo lhe concede o entendimento e a resposta certa nesses momentos.

Nos nossos dias, o adversário usa das mesmas investidas e com insistência.

Quanto ao discernimento, aponta para algo que aponta o que provém do Senhor, do homem ou do adversário. Como Pedro, Em certo momento falou revelando o Pai e em outro momento falou contra o Projeto de Jesus ir a cruz, era de outra procedência.

Em Neemias, veio alguém, falando da parte do Senhor, um profeta subornado pelos inimigos e foi necessário ele discernir a procedência: “isto não provém do meu Deus”. (Neemias 6:11)

É perigoso. Somos advertidos a não ouvir pessoas mal intencionadas contra a Obra, que lançam “profecias” de coisas que partem do coração mal intencionados deles. Só uma operação do Espírito Santo nos livrará.
“Conheci que não era do Senhor”
“Falou contra mim” – Falou contra o Projeto, envolvendo interesses materiais, humanos.

Semaías não usam mais o rei, outras figuras para investir, mas usa aquilo que é espiritual, falsas profecias para atingir a Obra.
“Um homem como eu fugiria?” Não como homem capacitado, mas um homem consciente de um chamado, que não retrocede para perdição e que avança para o alvo, o prêmio da soberana vocação.

A sutileza do adversário vem sobre os servos. Em Filipos Paulo repreendeu a mulher que os elogiou como “servos do Deus Altíssimo”. O servo busca sempre a direção e a dependência do Espírito.

DISCERNIMENTO significa estabelecer conveniente diferença entre coisas e pessoas. O Espírito Santo capacita o servo que está com o coração voltado e comprometido com a Sua Grande Obra.


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