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Os homens de Sucote – Juízes 8:4-7

Tema: OS HOMENS DE SUCOTE

“E Gideão veio ao Jordão, passou com os trezentos homens que com ele estavam, já cansados, mas ainda perseguindo…”
Juízes 8:4-7

 
INTRODUÇÃO
Naquel momento, a Palavra diz que havia uma grande batalha contra os midianitas e Gideão contava com um grupo de valentes. Porém, entre aqueles homens, estavam alguns corações com sentimentos e intentos que não agradavam a Deus.

DESENVOLVIMENTO
Meus irmãos, se estamos aqui, é porque o Senhor nos escolheu, e Ele nos vê como seus valentes. Você foi chamado para uma batalha espiritual para ser soldado do Evangelho.

Gideão e seus trezentos
Obra que o Senhor está fazendo nesta hora. Povo valente e de luta. Porém, existe em nosso meio o que chamamos de homens de Sucote . Veja as palavras dos homens de Sucote quando Gideão os pediu ajuda (Juízes 8: 5-6)

“Está já a palma da mão de Zebá e Zalmune na tua mão, para que demos pão ao teu exército?”
Há pessoas que só se dispõem a investir na Obra quando vêem o prêmio. Querem primeiro a bênção para depois dar o pão (suas vidas), são exigentes, tem que haver um interesse pessoal.

Quando lemos a história, vemos que Gideão e os trezentos estavam passando só aquela vez por ali.
A bênção, muitas vezes, é uma oportunidade única. Muitas vezes nós exigimos demais e a Obra passa e nós não conseguimos acompanhá-la. São aqueles que só vêem quando o Templo está pronto, ou quando o trabalho saiu da casa.

“…já cansados, mas ainda perseguindo…”
Enquanto os homens de Sucote foram interesseiros e incrédulos , os 300 valentes continuaram na batalha, mesmo cansados continuaram perseguindo os midianitas. Não exigiam nada, só serviam.

Quantos homens de Deus no nosso meio que muitas vezes doentes fisicamente, desempregados, lar incompleto, mas não recuam da Batalha. Homens cheios do Espírito Santo que muitas vezes podem ser perseguidos mas não recuam porque são aqueles que se abaixaram para lamber as águas (Juízes 7: 5-6), ou seja, são aqueles que buscam e amam a bênção do Espírito Santo. Que colocam levam as mãos da água a boca, ou seja, é o seu serviço e seu trabalho na Obra que dessedenta as suas almas.

CONCLUSÃO
Que homens nós somos? Os 300 ou os homens de Sucote? Somos os que se humilham diante do Senhor ou os que exigem?

Não podemos cair no mesmo erro dos homens de Sucote que não creram, não amaram ao Senhor.

Precisamos ser como os que creram no sonho do homem (Juízes 7: 13-15). É o companheiro que compartilha com outro companheiro não críticas, mas a certeza da fé: “Vamos vencer a Batalha! Somos Corpo! Todos juntos vamos vencer! Não estamos sós!” . É um companheiro que anima o outro, que ajuda o outro. Esse é o sentido desta Obra. É o sentido do Evangelho. É o sentimento que havia nos nossos irmãos da igreja primitiva.

“Quem vencer, herdará todas as coisas; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho.”
Apocalipse 21:7

Bruno Rocha
Maceió/AL

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