Corpo da Igreja – II Reis 2:19-21



Corpo

Contribuição: II Reis 2:19-21

Quando lemos o livro de Levítico comentamos sobre os animais que poderiam ser comidos e os que não deveriam comer.

Essa recomendação visava preservar a saúde do povo durante a caminhada no deserto.

O paralelo profético (simbologia) aponta para as características das pessoas que estão dentro das igrejas e desejam fazer parte do corpo. Se elas não tiverem as duas características exigidas pelo Senhor entrarão no corpo, como faz o alimento, mas ao invés de trazer benefícios, fará mal ao corpo da igreja.

Os animais adequados para o consumo era os que ruminavam e tinham a unha fendida.

  • Os animais que ruminam são aqueles que comem e mais tarde toda a comida volta à boca para ser novamente mastigada e ser digerida com perfeição – simbolizando a pessoa que ouve a Palavra de Deus e medita nela, fala sobre ela, vive de acordo com ela… A Palavra de Deus está sempre em sua boca, em sua cabeça (Lucas 6:47-49 e Tiago 1:22-25).
  • Os animais que têm unha fendida deixam uma pegada dupla, como o boi, a ovelha etc. – simbolizando o crente que não anda sozinho, mas está em comunhão com Deus e a igreja.

A igreja precisa de servos que vivem da Palavra (revelada) e têm comunhão com o Senhor. Os que não são assim fazem mal ao corpo.

É necessário ter as duas características, uma somente não serve.

No texto lido acima, encontramos situação semelhante:

O homem necessita de água para viver – mas a água deve ser boa. Se for amarga no pode satisfazer a sede do corpo e pode fazê-lo enfermar e até morrer.

A água é símbolo do Espírito Santo.

La igreja precisa de vidas que sejam cheias do Espírito Santo (água).
Mas além de terem o Espírito Santo é necessário que deem bom testemunho, por isso é preciso do sal.

Ali havia água, mas a terra era estéril, não produzia nada.
Uma igreja cheia de vidas com mau testemunho não cresce, é estéril, não produz frutos, não têm alimento para o faminto, não tem refrigério para o sedento.

Foi necessário o profeta jogar um pouco de sal no manancial – no lugar onde as águas nasciam.
Jogando um pouco de sal no manancial, as águas formarão um rio bom, porém se a transformação não ocorrer no manancial, será muito difícil transformar todo o rio posteriormente – só um milagre, como o previsto para o mar morto.

O bom crente é aquele que desde seu nascimento experimentou a operação do Espírito Santo em sua vida, transformando-a.

Uma vida que não foi transformada pelo Espírito Santo, é porque não se converteu ainda, tirando toda a amargura do mundo e recebendo a doçura de Deus e necessita dessa bênção.


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