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O Livro do Obreiro novato

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A PARÁBOLA DE JOTÃO (Juízes 9: 7 - 15)

Publicado em Igreja

 

 

A PARÁBOLA DE JOTÃO

Juízes 9: 7 - 15

 

 

INDRODUÇÃO: No tempo dos juizes, Israel não tinha rei. Eles não eram organizados politicamente nem socialmente como nação, mas viviam como tribos que cultivavam a terra e criavam rebanhos. Gideão foi um dos principais Juízes de Israel, quando o Senhor o chamou para libertar os israelitas do jugo dos amalequitas. A primeira orientação que Deus deu a Gideão foi que ele destruísse os ídolos da casa de seu pai, quebrando assim a influência e a herança que recebera de sua família. Gideão mostrou com isso que estava consciente do chamado do Senhor.

 

 

Após a sua vitória contra os seus inimigos, os israelitas quiseram fazer de Gideão seu rei, mas ele não aceitou. Um de seus filhos chamado Abimeleque, se apresentou desejando o cargo, e para isso matou todos os seus irmãos, para que não houvesse concorrentes. Um de seus irmãos, o mais novo, conseguiu escapar da matança. Seu nome era Jotão, o qual proferiu uma parábola para todo o Israel, advertindo-o contra o reinado de seu cruel irmão Abimeleque. A parábola fala de árvores que buscam um rei que reine sobre si. As árvores representam homens.

 

A OLIVEIRA - Tipifica a unção, o derramar do Espírito Santo e os dons espirituais na vida da igreja. As revelações e a direção que o Senhor pelo seu Espírito tem dado ao seu povo.

 

A FIGUEIRA - Representa aquilo que está ligado a Israel como nação. É a profecia que veio através dos profetas do Velho Testamento. As revelações contidas nos escritos dos profetas e na história do povo de Israel.

 

A VIDEIRA - Aponta para a Igreja, para o plano de Salvação através do Sangue de Jesus, o novo nascimento, a doutrina de Corpo (cacho de uvas), o louvor a glorificação e a graça.

 

O ESPINHEIRO - É tudo aquilo que é próprio da natureza humana e que fere os outros. É aquilo que é ruim e que não dá fruto algum. É a mentira (não tem sombra), a maledicência, o preconceito, a falta de amor, etc. no meio da igreja. O espinheiro quando se estabelece é como fogo que destrói o cedro (Obra).

 

O CEDRO - Tipifica a Obra do Senhor. O cedro é uma árvore gigantesca, com um tronco reto, de madeira de lei, que chega a 30 m de altura por 5 m de diâmetro. É muita pretensão do espinheiro querer queimar uma árvore como o cedro.

 

 

CONCLUSÃO - Nós temos que cultivar na igreja hoje em dia a Oliveira, a Figueira e a Videira. Aquilo que elas representam espiritualmente precisam reinar no nosso meio. Se elas não reinarem, o Espinheiro termina reinando, e quando isso acontece, o Cedro, que é tipo da Obra, corre o risco de ser destruído.

Podemos citar como exemplo prático o Culto Profético. Ele depende da unção e dos dons espirituais, além da profecia e da participação do Corpo para ser cumprido. Se a igreja falhar em cultivar a unção, a profecia e a graça do Senhor, quem vai acabar se estabelecendo é o espinheiro. Ele é a religião, a falta de sabedoria e outras coisas que destroem a Obra do Espírito. A pessoa que cultiva o espinheiro se torna como ele mesmo, isto é, produz espinhos e queima-se facilmente (quando chamada a atenção). Há um juízo do Senhor para o espinheiro (Miq 7: 4).