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Mateus 13:44 – Pelo gozo dele…


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Pelo Gozo Dele

Pregação Expositiva em Mateus 13:44 – “Também o reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo, que um homem achou e escondeu; e, pelo gozo dele, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo.”

Biblia thompson

📋 Tipo de Pregação: Expositiva


💡 Como usar este Esboço de Pregação (Mateus 13:44)

🟢 Ideal para: Cultos de avivamento, mensagens sobre o valor do Reino de Deus, desafios sobre prioridades espirituais, ministração para crentes desanimados, e para encorajar perseverança em meio às renúncias da vida cristã.

Dicas de Uso:

  • Contextualize as parábolas do Reino: Mateus 13 contém sete parábolas sobre o Reino. Esta é a quarta. Explique brevemente que Jesus usava parábolas para revelar verdades do Reino aos que tinham “ouvidos para ouvir.”
  • Enfatize o elemento surpresa: O homem não estava procurando — ele achou! Isso ilustra a graça soberana de Deus que nos alcança quando não O buscávamos (Romanos 5:8).
  • Use o “gozo” como fio condutor: A palavra-chave é “gozo” (alegria). Este tema deve permear toda a pregação. O que motiva sacrifício não é obrigação, mas alegria pelo valor descoberto.
  • O Apelo: Pergunte: “Qual gozo você tem hoje pela sua salvação? Você perdeu a alegria do Reino? Recupere hoje o deslumbramento de ter encontrado o maior tesouro do universo!”

💎 INTRODUÇÃO

O Maior Valor do Mundo

Não há nada pelo qual o homem lute, batalhe e sofra que não seja por amor — por aquilo que ele valoriza profundamente. Quanto mais você ama algo, maior é sua alegria em possuí-lo.

Um atleta treina exaustivamente por uma medalha. Um empresário sacrifica tempo e sono para construir seu negócio. Pais trabalham incansavelmente para dar futuro aos filhos. Por quê? Porque valorizam o objetivo.

Sempre que o Senhor Jesus falava do Reino, Ele queria mostrar ao homem que o Reino é o maior valor que alguém pode ter. É o maior motivo pelo qual um crente serve a Deus, e quando ele alcança isso, sua alegria nunca acaba. É plena. Completa. Real.

Mateus 13:44 registra uma das parábolas mais curtas de Jesus — apenas um versículo. Mas neste versículo encontramos verdades preciosas sobre salvação, renúncia e, especialmente, sobre a alegria que torna todo sacrifício não apenas suportável, mas desejável.

Vamos examinar esta parábola e descobrir três verdades gloriosas sobre o valor supremo do Reino de Deus.


1. O Tesouro Que Foi Achado (v. 44a)

“Também o reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo, que um homem achou e escondeu.” (Mateus 13:44a)

UM TESOURO ESCONDIDO

Na Palestina do século 1, não havia bancos seguros. Pessoas frequentemente enterravam seus bens valiosos em campos. Em tempos de guerra ou invasão, famílias escondiam suas riquezas esperando voltar para recuperá-las. Mas muitas vezes o dono morria ou era levado cativo, e o tesouro permanecia enterrado por gerações.

Jesus usa esta realidade cultural para ilustrar o Reino dos céus. O Reino é como um tesouro escondido — valioso além de toda medida, mas invisível aos olhos naturais. Não está exposto para qualquer um ver. Precisa ser revelado.

Referência: “Mas o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.” (1 Coríntios 2:14)

“UM HOMEM ACHOU”

Note algo crucial: ele não estava procurando. O texto não diz “um homem procurou e encontrou.” Diz simplesmente “achou” — descoberta inesperada, não busca planejada.

Talvez ele fosse trabalhador arando o campo de outro. Talvez estivesse cavando para plantar. De repente — surpresa total — ele tropeça num tesouro!

Isso ilustra perfeitamente a graça soberana de Deus. Romanos 3:11 declara: “Não há ninguém que entenda; não há ninguém que busque a Deus.” Isaías 65:1 confirma: “Fui buscado pelos que não perguntavam por mim; fui achado por aqueles que não me buscavam.”

Nós não encontramos Deus — Ele nos encontra. Estávamos vivendo nossa vida comum quando de repente — através de uma pregação, um testemunho, uma crise — Deus Se revelou a nós. E descobrimos o tesouro que muda tudo.

“E ESCONDEU”

Por que ele escondeu o tesouro de novo? Porque era valioso demais para arriscar perder. Você só esconde aquilo que realmente valoriza — algo inestimável.

Espiritualmente, isso representa guardar preciosamente o que Deus nos revelou. A salvação, viver sob direção do Espírito Santo, é tesouro que protegemos cuidadosamente no coração.

Referência: “Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.” (Salmos 119:11)

Muitos encontram o tesouro mas não o escondem — ou seja, não o valorizam como deveriam. Vivem um evangelho superficial, um cristianismo histórico sem experiências nem relacionamento com Deus. O resultado? Apostasia da fé. Porque não esconderam — não entenderam o valor profético, não priorizaram o espiritual.

💭 APLICAÇÃO:
Quando você teve seu encontro com o Senhor Jesus, você encontrou seu maior valor. Seu maior tesouro é sua salvação. Este valor não está aqui — está na eternidade. Paulo falava de uma coroa que lhe estava reservada: “Desde agora, a coroa da justiça me está guardada” (2 Timóteo 4:8). Você está guardando este tesouro ou o está tratando como algo comum?


2. O Preço Que Foi Pago (v. 44b)

“E, pelo gozo dele, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo.” (Mateus 13:44b)

“VAI, VENDE TUDO QUANTO TEM”

Depois de esconder o tesouro, o homem toma decisão radical. Ele:

VAI — Movimento imediato, sem procrastinação
VENDE — Desfaz-se de suas posses
TUDO quanto tem — Sem reservas, sem guardar nada
COMPRA aquele campo — Adquire legalmente o direito ao tesouro

No contexto cultural, se você encontrava algo enterrado em propriedade alheia, podia comprá-la e o tesouro se tornava legalmente seu. O homem não estava roubando — estava agindo dentro das normas aceitas.

Referência: “Assim, pois, qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo.” (Lucas 14:33)

O PROCESSO DA SALVAÇÃO

Esta parte da parábola ilustra o processo contínuo da salvação — santificação. É desfazer-se da velha vida, da carne, da razão humana, do ego.

Nós trocamos tudo isso pelo quê? Pelo campo. Pelo Reino. Pela salvação eterna.

Você não está suportando as lutas em vão. Não está renunciando sua vontade em vão. Não está enfrentando provações sem propósito. É pelo campo! É pelo Reino eterno que você descobriu.

SALVAÇÃO: ATO E PROCESSO

A parábola mostra duas etapas da salvação:

1. ATO: “Achou e escondeu” — O momento da conversão quando descobrimos Cristo e O recebemos pela fé. É instantâneo, definitivo, completo. Efésios 2:8 — “Pela graça sois salvos, por meio da fé.”

2. PROCESSO: “Vai, vende tudo, compra o campo” — A santificação progressiva onde continuamente renunciamos a velha vida e nos apropriamos cada vez mais do Reino. Filipenses 2:12 — “Desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor.”

VOCÊ SABE O QUE HÁ NO CAMPO

Por que alguém venderia tudo por um campo aparentemente comum? Porque ele sabia o que havia escondido ali. Ele mesmo havia escondido o tesouro. Ele conhecia o valor invisível daquele campo.

Da mesma forma, você sabe o que há no Reino. Você conhece o valor da salvação. Você experimentou o tesouro — perdão, paz com Deus, vida eterna, presença do Espírito Santo.

Por este campo, damos tudo. Damos nossa vida.

Referência: “Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho.” (Filipenses 1:21)

💭 APLICAÇÃO:
Quando você renuncia coisas pelo Reino — tempo, conforto, ambições carnais, relacionamentos prejudiciais, pecados estimados — você faz com gozo ou com ressentimento? “Vender tudo” não é sugestão opcional; é resposta natural de quem descobriu tesouro supremo. Você está comprando o campo ou apenas admirando o tesouro de longe?


3. A Alegria Que Motivou Tudo (v. 44)

“E, pelo gozo dele, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo.” (Mateus 13:44)

“PELO GOZO DELE”

Aqui está o coração pulsante da parábola. Há um detalhe muito importante que, propositalmente, destacamos por último: o que motivou aquele homem a ir vender tudo que tinha e comprar o campo?

Não foi medo da condenação. Não foi obrigação religiosa. Não foi pressão externa. Foi “o gozo dele” — a alegria pura, transbordante, irresistível de ter encontrado algo tão valioso que tudo o mais parecia lixo em comparação.

Ele não vendeu tudo tristemente. Ele não renunciou suas posses com ressentimento. Ele fez tudo “pelo gozo” — pela alegria de possuir o tesouro!

Referência: “Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta.” (Hebreus 12:2)

O GOZO QUE SUSTENTA A RENÚNCIA

Este gozo não é emoção superficial que vem e vai. É alegria profunda baseada no valor infinito do tesouro. É a mesma alegria que:

✅ Fez Moisés escolher “antes ser maltratado com o povo de Deus, do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado” (Hebreus 11:25)
✅ Motivou Paulo a considerar “tudo como perda, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus” (Filipenses 3:8)
✅ Capacitou mártires a cantarem nas arenas enquanto leões os devoravam
✅ Sustenta crentes que lutam com lares incompletos, mas perseveram pela fé
✅ Impulsiona evangelistas nas ruas sob sol ou chuva
✅ Fortalece servos de Deus que batalham apesar de cansaço e oposição

Este gozo transforma sacrifício em privilégio. Torna renúncia não apenas suportável, mas desejável.

PERGUNTAS URGENTES PARA SEU CORAÇÃO

Qual gozo você tem hoje pela sua salvação?
Você ainda se deslumbra com o fato de que Deus te amou, te escolheu, te salvou? Ou a salvação se tornou comum, rotineira, sem brilho?

Com que gozo você caminha rumo à eternidade?
Você está “comprando o campo” com alegria ou apenas cumprindo deveres religiosos sem entusiasmo?

O que te motiva a ir aos cultos?
Tradição? Obrigação? Medo? Ou gozo genuíno de estar na presença de Deus com Seu povo?

O que te capacita a enfrentar as lutas diárias?
Força de vontade que eventualmente se esgota? Ou gozo inabalável de saber que possui o maior tesouro do universo?

O que te impulsiona a evangelizar, visitar, batalhar pela fé?
Pressão de líderes? Culpa? Ou alegria transbordante de compartilhar o tesouro que você descobriu?

NÃO PERCA O GOZO DA SALVAÇÃO

É por este gozo que muitos dos nossos irmãos morreram nas arenas romanas — cantando hinos enquanto leões se aproximavam. Eles não consideraram suas vidas preciosas porque possuíam tesouro infinitamente superior.

É por este gozo que muitos hoje lutam e batalham — enfrentando oposição familiar, perseguição no trabalho, zombaria de amigos. O gozo pelo tesouro supera toda vergonha.

Referência: “Torna a dar-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário.” (Salmos 51:12)

Davi sabia: sem o gozo da salvação, não há força para perseverar. Quando você perde a alegria, perde a motivação para continuar. A vida cristã se torna fardo pesado em vez de privilégio glorioso.

COMO RECUPERAR O GOZO?

Se você perdeu o gozo, não é porque o tesouro mudou — é porque você tirou os olhos dele. Para recuperar:

  1. Lembre o “achado” inicial — Volte ao momento da sua conversão. Reviva o deslumbramento.
  2. Contemple a cruz novamente — Medite no que Cristo fez por você.
  3. Conte suas bênçãos espirituais — Liste especificamente o que você tem em Cristo.
  4. Confesse pecado escondido — Pecado não confessado rouba alegria (Salmos 32:3-5).
  5. Peça ao Senhor — Clame como Davi: “Torna a dar-me a alegria da tua salvação!”

💭 APLICAÇÃO:
Examine honestamente seu coração hoje. O gozo do Senhor ainda é sua força (Neemias 8:10)? Ou você está servindo a Deus com ressentimento, como escravo em vez de filho? O Pai quer restaurar seu gozo. Não continue vivendo cristianismo sem alegria — isso contradiz a natureza do Reino!


CONCLUSÃO

Pelo Gozo que lhe estava Proposto

Esta parábola curta mas profunda nos ensina verdades essenciais sobre o Reino de Deus:

PRIMEIRO: O Reino é o maior valor que existe. Supera infinitamente qualquer coisa que este mundo oferece. É tesouro incomparável, inestimável, eterno.

SEGUNDO: Encontrar o Reino é graça pura. Você não O descobriu por mérito ou busca diligente. Deus te encontrou quando você não O buscava. Isso deve produzir humildade e gratidão perpétuas.

TERCEIRO: Possuir o Reino exige renúncia total. “Vende tudo” não é exagero retórico — é realidade. Cristo exige prioridade absoluta. Tudo o mais deve ser secundário.

QUARTO: A motivação correta é gozo. Não sacrificamos por medo, obrigação ou para ganhar favor. Sacrificamos por alegria transbordante pelo tesouro descoberto.

O EXEMPLO SUPREMO

Hebreus 12:2 nos apresenta o exemplo perfeito: Jesus, “pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz.”

Jesus enfrentou a cruz mais horrível da história — separação do Pai, dor inimaginável, humilhação completa. O que O sustentou? Gozo! A alegria de salvar você, de conquistar sua redenção, de te trazer para o Reino.

Se Cristo enfrentou a cruz “pelo gozo” de te salvar, você pode enfrentar suas renúncias “pelo gozo” de possuir salvação eterna.

O CONVITE FINAL

Se você nunca “achou” o tesouro, hoje Deus te convida. Reconheça seu pecado. Creia em Cristo. Receba salvação gratuitamente. E descubra o gozo que transforma tudo.

Se você já é salvo mas perdeu o gozo, volte ao tesouro. Contemple novamente sua grandeza. Deixe o Espírito Santo renovar a alegria da salvação em seu coração.

Não viva cristianismo sem alegria. Não sirva a Deus com ressentimento. Não renuncie com amargura.

Viva “pelo gozo” — pelo deslumbramento de possuir o maior tesouro do universo.

O campo vale tudo. O tesouro justifica qualquer preço. E a alegria de possuí-lo torna todo sacrifício não apenas possível, mas desejável.

“Pelo gozo dele” — que estas três palavras descrevam sua jornada cristã hoje e sempre.


❓ Perguntas Frequentes sobre a Pregação

1. Foi errado o homem esconder o tesouro novamente antes de comprar o campo?

No contexto cultural do século 1, não. A lei judaica permitia que se você encontrasse algo enterrado em propriedade alheia, podia comprá-la e o tesouro se tornava legalmente seu. O homem não estava roubando — estava agindo dentro das normas aceitas da época. Ele escondeu novamente para proteger o tesouro enquanto providenciava recursos para comprar o campo. Espiritualmente, a lição não está na ética comercial antiga, mas no valor supremo do Reino que motiva renúncia total. Não devemos alegorizar cada detalhe técnico da parábola — o ponto central é claro: o Reino vale absolutamente tudo.

2. “Vender tudo” significa que todos os crentes devem viver em pobreza material?

Não necessariamente pobreza material literal, mas reordenação radical de prioridades. Jesus não ordena pobreza para todos — alguns Ele chama para pobreza literal (como o jovem rico em Mateus 19:21), mas outros Ele permite prosperar materialmente dentro de Sua vontade (como José de Arimateia, Lídia em Atos 16). O princípio é: nada pode competir com Cristo como prioridade suprema. Lucas 14:33 diz “qualquer… que não renuncia a tudo” — “renunciar” significa soltar o controle, estar disposto a abrir mão se Deus pedir, não necessariamente desfazer-se fisicamente de tudo agora. A questão é: você segura tudo com mãos abertas ou com punhos fechados?

3. Como recuperar o “gozo” da salvação quando ele parece ter desaparecido?

Perda de gozo geralmente indica olhos desviados do tesouro. Passos para recuperar: (1) Lembre o “achado” inicial — revise sua conversão, releia diário espiritual, relembre o deslumbramento de quando Cristo te salvou; (2) Contemple a cruz — medite profundamente e prolongadamente no que Cristo fez por você; (3) Confesse pecados — pecado não confessado é ladrão primário de alegria (Salmos 32:3-5); (4) Sirva sacrificialmente — paradoxalmente, dar-se aos outros frequentemente renova gozo próprio; (5) Ore fervorosamente — clame como Davi: “Torna a dar-me a alegria da tua salvação” (Salmos 51:12). Deus responde essa oração!

4. Esta parábola ensina salvação por obras — “comprar” o Reino com nossas renúncias?

Absolutamente não! A salvação é totalmente gratuita — Efésios 2:8-9 é categórico: “pela graça… não vem das obras.” “Comprar o campo” não significa pagar preço pela salvação. Ilustra resposta apropriada de quem descobriu tesouro de valor infinito oferecido gratuitamente. Quando você descobre que Deus oferece salvação de graça, resposta natural é considerar tudo o mais como perda em comparação (Filipenses 3:7-8) — não porque você paga por salvação, mas porque nada mais importa diante deste tesouro. Isaías 55:1 usa paradoxo similar: “Vinde, comprai… sem dinheiro e sem preço.” “Comprar sem pagar” significa apropriar-se totalmente de presente gratuito.

5. Como aplicar esta parábola a crentes que já são salvos há anos?

Para crentes maduros, a parábola continua relevante: (1) Reavalie prioridades regularmente — o Reino ainda é seu maior tesouro ou outras coisas competem agora?; (2) Renove o gozo inicial — não permita que familiaridade diminua deslumbramento; mantenha admiração fresca pela salvação; (3) Continue “vendendo” — santificação é processo contínuo de renunciar carne, ego, mundo; sempre há mais para entregar; (4) Avalie motivações — você serve por gozo genuíno ou caiu em rotina religiosa sem alegria?; (5) Compartilhe o tesouro — quando você tem gozo verdadeiro, naturalmente quer que outros descubram também. A parábola nos desafia continuamente: sua vida cristã é fardo pesado ou privilégio alegre?


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