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Por que sofrem os justos? – Jó 21:7-16

Por que sofrem os justos?

Jó 21:7-16

Por que razão vivem os ímpios, envelhecem, e ainda se robustecem em poder?
A sua descendência se estabelece com eles perante a sua face; e os seus renovos perante os seus olhos.
As suas casas têm paz, sem temor; e a vara de Deus não está sobre eles.
O seu touro gera, e não falha; pare a sua vaca, e não aborta.
Fazem sair as suas crianças, como a um rebanho, e seus filhos andam saltando.
Levantam a voz, ao som do tamboril e da harpa, e alegram-se ao som do órgão.
Na prosperidade gastam os seus dias, e num momento descem à sepultura.
E, todavia, dizem a Deus: Retira-te de nós; porque não desejamos ter conhecimento dos teus caminhos.
Quem é o Todo-Poderoso, para que nós o sirvamos? E que nos aproveitará que lhe façamos orações?
Vede, porém, que a prosperidade não está nas mãos deles; esteja longe de mim o conselho dos ímpios!

Desenvolvimento

Conforme mencionamos há alguns dias, o livro de Jó fala do sofrimento do justo e da prosperidade do ímpio.
Nos versículos em destaque encontramos o questionamento que fazem muitos servos do Senhor que estão passando por duras ou longas provas ou vendo outro servo sofrendo-as.

Por que sofrem os justos?

E “por que vivem os ímpios, envelhecem, e ainda se robustecem em poder?” (Jó 21:7).

Nesses versículos Jó descreve a prosperidade do ímpio e sua tranquilidade para viver essa vida, sem desejarem, contudo, servir ao Senhor Deus.

Asafe compôs um salmo muito interessante, o Salmo 73.
Como no texto de Jó, Asafe faz menção da prosperidade do ímpio e diz: “… em vão tenho purificado o meu coração e lavado as minhas mãos na inocência” (Salmo 73:13).

Qual a vantagem de servir ao Senhor e ter uma vida de sofrimentos e provas, vendo o ímpio gozar a vida com tranquilidade e fartura, vendo seus filhos alegres e abastados? (Jó 21:11).

Asafe diz: “Quando pensava em compreender isto, fiquei sobremodo perturbado. Até que entrei no santuário de Deus; então entendi eu o fim deles” (Salmo 73:16-17).

Então o próprio Jó responde a partir do versículo 16: a vida é como uma palha diante do vento e como a pragana arrebatada pelo moinho. Todas as riquezas dessa vida terminam na morte do homem, porém para os justos está reservada a vida eterna com Deus.

O servo possui a esperança de viver a eternidade ao lado do seu Deus. Essa é a recompensa dessa vida aqui.
Moisés clama no Salmo 90:15, dizendo: “Recompensa-nos pelos dias em que nos afligiste, e pelos anos em que vimos o mal. Apareça a tua obra aos teus servos, e a tua glória sobre os teus filhos”.

Lembremos ainda das palavras de Paulo: “Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada” (Romanos 8:18).


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