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Graça sobre Graça – João 1:14-16

O retrato da graça maravilhosa de Deus em Cristo

Pregação Expositiva em João 1:14-16 – “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós… cheio de graça e de verdade… e todos nós recebemos também da sua plenitude, e graça por graça.”


Tipo de Pregação: Expositiva
Texto Bíblico: João 1:14-16
Tema Central: João apresenta o Senhor Jesus como o Verbo eterno que se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade. E dessa plenitude recebemos “graça sobre graça” — uma graça contínua, ininterrupta, que nunca se esgota. É o retrato da graça maravilhosa de Deus em Cristo

Versículo-chave: “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós… cheio de graça e de verdade… e todos nós recebemos também da sua plenitude, e graça por graça.” (João 1:14,16)

REl´ógio

Introdução

Estamos diante de uma das passagens mais ricas de toda a Escritura.

Toda a Bíblia é inspirada por Deus e proveitosa, mas esta passagem tem algo especial: ela exalta e confirma a própria essência e divindade do Senhor Jesus. Não é possível enxergar Cristo como Ele verdadeiramente é sem considerar este texto poderoso.

João apresenta o Senhor Jesus como o Cristo, o Filho do Deus vivo. Ele não traz uma genealogia; não menciona a manjedoura nem os pastores no Seu nascimento. João começa com uma confirmação ousada e absoluta da divindade: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” (João 1:1)

E ao chegarmos ao nosso texto, somos tocados pela graça que nos foi estendida através de Cristo. A graça dEle é maravilhosa, além da nossa capacidade de compreender. É impressionante que nós sejamos os que recebem tamanha graça.

Existe uma sigla que resume bem o que é a graça, formada da expressão em inglês “God’s Riches At Christ’s Expense” — “as Riquezas de Deus às Custas de Cristo”. A graça é, simplesmente, o favor imerecido de Deus.

Vamos examinar as verdades inegáveis deste texto, refletindo sobre a graça sobre graça que recebemos em Cristo. E o texto nos leva por três caminhos: a encarnação de Cristo, a identificação de Cristo e o investimento de Cristo.


1. A encarnação de Cristo — o Verbo se fez carne

“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (João 1:14)

Embora João não repita o relato de Belém e da manjedoura, ele confirma enfaticamente a encarnação de Cristo.

A entrada do Verbo.
“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós.” Já vimos que o Senhor Jesus sempre existiu como o Verbo, com Deus e como Deus. Aqui descobrimos que esse Verbo se fez carne e habitou entre os homens pecadores.

Isso não significa que o Senhor Jesus tenha passado a existir em Belém — Ele simplesmente transferiu o Seu estado de ser. Foi naquele momento da história que Deus Se revestiu de um corpo de carne e passou a habitar no meio da Sua criação. A palavra “habitou” significa, literalmente, “armar uma tenda”, “morar num tabernáculo”. Não é impressionante que o Deus do céu Se tornasse homem, descendo até a nossa condição humilde para habitar sobre a terra, revestido de carne? O Senhor Jesus viveu a vida que nós jamais poderíamos viver. Ele a viveu enfrentando as mesmas adversidades e emoções que sentimos, mas sem pecado.

Pense por um momento na grandeza da encarnação. Foi o Deus do céu que Se fez homem. O Criador tornou-Se dependente da criatura. Aquele que não tinha pecado veio carregar o pecado do mundo. O Inocente veio para ser declarado culpado por homens perversos. O Deus eterno permitiu-Se ser guiado pelo tempo. O Santo do céu habitou entre os impuros. O Invisível revelou-Se em carne, para que todos O vissem. Como não ser tocado pelo sacrifício tremendo que o Senhor Jesus fez apenas para Se revestir de carne?

Filipenses 2:7-8 descreve isso: “aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.” A expressão “aniquilou-se a si mesmo” significa que o Senhor Jesus Se esvaziou da Sua glória. Isso não quer dizer que Ele deixou de ser Deus — Ele não perdeu a Sua divindade. Ele apenas a colocou de lado, velando a Sua glória num corpo de carne. Nunca deixou de ser Deus; apenas escolheu esconder a Sua glória.

A expressão do Verbo.
“E vimos a sua glória… cheio de graça e de verdade.” Muitos que viveram naquela época experimentaram a pessoa de Cristo em carne. João, sem dúvida, se lembra da glória que contemplou quando viu o Senhor Jesus transfigurado diante dele no monte — um vislumbre de Cristo na Sua glória.

É fácil sentir uma ponta de inveja ao pensar nos que viveram nos dias de Jesus. Eu nunca vi o Homem que morreu pelo meu pecado. Nunca tive o privilégio de ouvi-Lo pregar com autoridade. Não estava no barco quando Ele disse “Aquieta-te, cala-te”. Mas eu vi a expressão do Verbo. Eu contemplei o monte chamado Calvário através dos olhos da fé. Ouvi o Verbo vivo falar através da Palavra escrita. Experimentei o Seu poder na minha vida ao enfrentar uma tempestade. Vi o Seu poder trazer cura e transformação a incontáveis vidas. Talvez eu nunca tenha visto o meu Senhor em carne, mas O vi incontáveis vezes — e a cada vez fico maravilhado com a graça e a verdade dEle.

Ele veio a esta terra para que os homens conhecessem a Deus e fossem restaurados a Ele. Veio revelar a glória de Deus a homens pecadores e prover o caminho do perdão e da vida eterna. Ele fez isso por mim e por você. E isso é nada menos que graça.

Você já parou para se maravilhar com a grandeza da encarnação — de que o próprio Deus Se fez homem por você? O Criador tornou-Se dependente, o Santo habitou entre os impuros, o Inocente veio carregar o nosso pecado. Isso é graça pura. E, mesmo sem tê-Lo visto em carne, você tem contemplado Cristo através da fé, da Palavra e das experiências com Ele? Que a encarnação desperte em você adoração e gratidão.


2. A identificação de Cristo — apontando para o Cordeiro eterno

“João testificou dele, e clamou, dizendo: Este era aquele de quem eu dizia: O que vem depois de mim é antes de mim, porque foi primeiro do que eu.” (João 1:15)

Aqui João fala do ministério de João Batista e da sua identificação pública de Cristo. E vemos três aspectos.

A apresentação de Cristo.
“João testificou dele, e clamou, dizendo: Este era aquele de quem eu dizia.” João Batista foi o precursor de Cristo, proclamando que o Messias havia chegado, exatamente como os profetas antigos haviam predito. Ele apresentou Cristo como o Cordeiro de Deus que tiraria o pecado do mundo. João sabia que Cristo era Aquele que o homem tanto ansiava por ver, e O apresentou como tal. Jerusalém e as regiões ao redor não ficaram sem testemunho.

Como me alegro por Cristo ter sido apresentado a mim como o Salvador do mundo, Aquele em quem preciso crer pela fé para receber a salvação. Sou grato pelos pregadores e professores da Escola Dominical que fielmente compartilharam comigo as boas novas do Evangelho. Sou grato pelo Espírito Santo, que veio a mim, revelou a minha necessidade de salvação e me apresentou a Cristo. E isso deve nos desafiar hoje: João não teve vergonha de apresentar Cristo publicamente ao mundo. Precisamos do mesmo zelo e determinação para proclamar Cristo a um mundo perdido.

A perfeição de Cristo.
“O que vem depois de mim é antes de mim.” João era apenas o mensageiro, o arauto que anunciava que Cristo havia chegado. Ao pregar às multidões, ele apontava a humanidade para Cristo. João sabia que a salvação vinha do Senhor, e que as pessoas precisavam olhar para Cristo para serem salvas. Ele queria que o mundo olhasse para Jesus e O recebesse como Salvador.

João sabia que isso sempre esteve dentro do plano e da vontade de Deus. A Lei não foi dada para salvar. No tempo determinado, Cristo viria para carregar o pecado do mundo e prover a expiação. João apontava as pessoas para a fonte da salvação. Não se tratava do sucesso do ministério de João ou do tamanho do seu grupo de seguidores — tratava-se inteiramente de Jesus e da Sua obra consumada.

Vemos muita atividade nos círculos religiosos hoje. Mesmo na sociedade moderna, muitos afirmam ter a solução para os problemas do homem. A religião apresenta atividade e desempenho pessoal como meios de reconciliação com Deus. Mas não estamos aqui para representar a nós mesmos. A graça não foi estendida com base na nossa persistência ou no nosso mérito. A vinda de Cristo foi o plano de Deus antes da fundação do mundo. Certamente, quem recebeu tamanha graça vai querer apontar outros para o Cordeiro de Deus, que é o único que pode prover a redenção. Ele é a fonte e o único meio da salvação.

A preexistência de Cristo.
“Porque foi primeiro do que eu.” Isso foi motivo de debate e contenda para muitos. João nasceu antes do nascimento de Cristo em Belém e, ainda assim, afirma que Cristo existia antes dele. João proclama que Jesus é o Deus eterno em carne. Os fariseus debateram com Cristo sobre isso e O viam como blasfemo por fazer tais afirmações. Em João 8:58, o Senhor Jesus disse: “Antes que Abraão existisse, eu sou.” Isso era difícil para os homens compreenderem, mas João sabia que Cristo não passou a existir em Belém. Ele apresentou Jesus como o Deus eterno.

Isso certamente me consola. Eu não sirvo a alguém que apenas apareceu e reuniu seguidores. Não sirvo a um mero homem que realizou grandes coisas enquanto viveu na terra. Eu sirvo ao Deus eterno, Cristo o Senhor. Ele não tem princípio nem fim. Existiu na eternidade passada e existirá por toda a eternidade futura. A nossa esperança está firmada no Deus eterno. Apocalipse 1:18 diz: “Eu sou o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno.”

Você tem apontado outros para Cristo, como João Batista fez, com zelo e sem vergonha? E você tem descansado no fato de que serve ao Deus eterno, não a um mero homem? João não buscou destaque para si — apontou tudo para Jesus. A nossa esperança está firmada Naquele que não tem princípio nem fim, que vive para todo o sempre. Você tem colocado a sua confiança nesse Deus eterno, e apontado outros para Ele?


3. O investimento de Cristo — graça sobre graça

“E todos nós recebemos também da sua plenitude, e graça por graça.” (João 1:16)

João agora descreve o investimento eterno que o Senhor Jesus fez ao cumprir o plano da redenção. E os salvos pela graça são os beneficiários desse investimento.

A Sua glória.
“E todos nós recebemos também da sua plenitude.” João fala da plenitude de Cristo — a palavra significa “a soma total”. Ele está falando da glória de Cristo, da própria essência de quem Ele é. Cristo veio a esta terra revestido de carne, mas através dEle somos apresentados à plenitude de Deus. Nele está a sabedoria, a graça, a misericórdia, o poder, a soberania, a glória, a justiça, a redenção — a própria essência de Deus. Através de Cristo, vemos Deus.

Não é impressionante? Quem somos nós para que Deus Se importasse em Se revelar a nós? Ainda que não tenhamos visto Cristo em carne como João viu, pela fé nEle experimentamos a plenitude de Deus. Temos o privilégio de conhecer o Senhor e experimentar tudo o que Ele é através de Cristo. As misericórdias e as graças eternas de Deus são nossas através de Cristo. Através dEle experimentamos a plenitude que Deus pretendia para nós e a promessa da vida eterna.

A Sua graça.
“…e graça por graça.” Esta é a expressão que toca profundamente o coração ao ler esta passagem. João proclama que o crente recebe “graça por graça” em Cristo. É uma afirmação incomum, mas que revela uma promessa maravilhosa. Ela carrega a ideia de “graça sobre graça; graça contínua e ininterrupta”. Isso revela que a graça que recebemos em Cristo nunca está em falta; nunca há perigo de ela se esgotar. Os salvos desfrutam da graça de Deus continuamente, sem interrupção.

Não é maravilhoso? Não é à toa que chamam a graça de “maravilhosa”. Ela é constante num mundo que não é. Não há nada que venhamos a enfrentar em que a graça não esteja presente. Nunca encontraremos um problema ou uma situação em que a graça não seja suficiente para nos prover. A cada dia que vivo, sou tomado pela graça do meu Senhor. Lembra o que o Senhor Jesus disse a Paulo? 2 Coríntios 12:9: “A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.” Isso é graça sobre graça! E Romanos 5:2 diz: “por quem também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes.”

O Seu dom.
“E todos nós recebemos.” Essa graça maravilhosa não é reservada para uns poucos escolhidos. Não é algo que só a elite experimenta. João revela que a plenitude de Cristo e a graça abundante que Ele concede estão disponíveis a todos os que vêm a Ele pela fé. Todo crente nascido de novo pode reivindicar essa promessa. Cada um de nós é beneficiário dessa glória e dessa graça. Seja o que for que enfrentemos, seja para onde for que Ele nos conduza, podemos descansar sabendo que a Sua graça estará ali para nos guiar e nos sustentar.

E essa graça não ficou reservada para a geração de João. Ela continua sendo estendida hoje. Está disponível a todos os que olham para Cristo pela fé, recebendo a Sua gloriosa salvação.

Você tem vivido na consciência de que a graça de Deus em Cristo é contínua e nunca se esgota? “Graça sobre graça” significa que nunca haverá uma situação em que a graça de Deus não seja suficiente para você. Se você tem se sentido em derrota, esgotado, sem forças, lembre-se: a graça dEle basta. E essa graça está disponível a todos, não a poucos. Você tem recebido e desfrutado dessa graça abundante?


Conclusão

João nos apresenta uma das passagens mais ricas da Escritura, que exalta a essência e a divindade do nosso Senhor. E nela encontramos a graça maravilhosa de Deus em Cristo.

Vimos a encarnação de Cristo — o Verbo eterno que se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade. O Deus do céu Se fez homem, descendo à nossa condição para nos salvar. Isso é graça.

Vimos a identificação de Cristo — João Batista apontando para o Cordeiro de Deus, a fonte da salvação, o Deus eterno que existe antes de todas as coisas. A nossa esperança está firmada Nele.

E vimos o investimento de Cristo — a plenitude de Deus revelada em Cristo, e a graça sobre graça que recebemos dEle. Uma graça contínua, ininterrupta, que nunca se esgota, disponível a todos os que vêm pela fé.

Sou grato por tudo o que o Senhor fez por nós e por cada bênção que Ele continua a prover. Alegro-me pela graça que recebemos Nele.

Cristão, você tem lutado na vida hoje? Parece que você está vivendo em derrota? Se sim, o Senhor tem graça suficiente para a sua necessidade. Ele tem graça sobre graça. Não há situação em que a Sua graça não seja suficiente para você.

E talvez você nunca tenha sido salvo. Você ainda não desfruta da graça de Deus na sua vida. O Senhor Jesus está pronto para estender a Sua graça a você através da salvação, se você olhar para Ele pela fé. A graça está disponível em abundância para os que a buscam.

Três perguntas para levar desta mensagem:

Você tem se maravilhado com a grandeza da encarnação — de que o próprio Deus Se fez homem por você?

Você tem apontado outros para Cristo, como João Batista, e descansado no Deus eterno em quem cremos?

Você tem recebido e desfrutado da graça sobre graça — a graça contínua e suficiente que o Senhor oferece?


Perguntas Frequentes (FAQ)

1. O que significa “o Verbo se fez carne”?

Significa que o Senhor Jesus, que sempre existiu como o Verbo eterno — com Deus e como Deus (João 1:1) —, assumiu a natureza humana num corpo de carne. Isso é a encarnação. Ele não passou a existir em Belém; Ele sempre existiu como Deus e, num determinado momento da história, Se revestiu de carne e passou a habitar entre os homens. A palavra “habitou” traz a ideia de “armar uma tenda”, ou seja, Deus veio morar no meio da Sua criação. É importante entender que, ao Se fazer carne, o Senhor Jesus não deixou de ser Deus — Ele apenas velou a Sua glória num corpo humano, sem perder a Sua divindade. Foi verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem.

2. Como Jesus podia ser “antes” de João Batista, se nasceu depois dele?

João Batista nasceu cerca de seis meses antes do Senhor Jesus, em termos de nascimento humano. Mas quando João Batista diz que Cristo “foi primeiro do que eu” (João 1:15), ele está afirmando a preexistência e a eternidade de Cristo. Jesus não começou a existir em Belém — Ele é o Deus eterno, que sempre existiu. O próprio Senhor Jesus afirmou isso em João 8:58: “Antes que Abraão existisse, eu sou.” Portanto, embora, como homem, Jesus tenha nascido depois de João Batista, como Deus Ele existe desde a eternidade, muito antes de João e de qualquer criatura. João Batista reconheceu e proclamou essa verdade sobre a divindade eterna de Cristo.

3. O que exatamente significa “graça sobre graça” ou “graça por graça”?

A expressão carrega a ideia de graça contínua, ininterrupta, uma graça que se soma à outra sem cessar — como ondas que chegam à praia uma após a outra, sem parar. Significa que a graça que recebemos em Cristo nunca se esgota, nunca está em falta, nunca corre o risco de acabar. Os salvos desfrutam da graça de Deus de forma constante e permanente. Isso é especialmente consolador porque significa que não há situação, problema ou dificuldade na vida em que a graça de Deus não esteja presente e não seja suficiente. Como Deus disse a Paulo em 2 Coríntios 12:9: “A minha graça te basta.” Para cada necessidade, há graça; e quando essa graça é usada, há mais graça esperando.

4. Essa graça abundante está disponível para qualquer pessoa?

Sim. Uma das verdades mais lindas do texto é que essa graça não é reservada para uns poucos privilegiados ou para uma elite espiritual. João 1:16 diz “todos nós recebemos” — a plenitude de Cristo e a graça abundante que Ele concede estão disponíveis a todos os que vêm a Ele pela fé. Todo crente nascido de novo pode reivindicar essa promessa. E essa graça não ficou limitada à geração de João Batista; ela continua sendo estendida hoje, a todos os que olham para Cristo pela fé e recebem a Sua salvação. Não importa quem você seja ou o que tenha feito — se você vier a Cristo pela fé, essa graça abundante está disponível para você.


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Eduardo Chaves

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